O relatório “New Future of Work”, da Microsoft, define o metaverso como uma fasede transição na era das tecnologias imersivas. De fato, com base na convergência de tecnologias que permitem interações multissensoriais, o metaverso representa uma nova forma de interação com o conteúdo digital com potencial de revolucionar nossas vidas. Inclusive o jeito de aprender sobre tudo.
Não à toa, grandes players do setor já apostam nesse universo e investem na evolução de dispositivos que vão viabilizar esse espaço virtual coletivo. Em especial, as ferramentas imersivas – Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – têm grande potencial de contextualizar e aprimorar o aprendizado, tornando a experiência de aprendizagem das pessoas mais genuína ao combinar informações específicas virtuais e imersivas a situações do “mundo real”.
Enquanto o metaverso exige repensar como os aplicativos e a sociedade do século 21 vão funcionar em novos espaços digitais, dados de um estudo da Accenture mostram que 79% dos líderes do mundo todo apostam que a “programação” de ambientes físicos surgirá como diferencial competitivo e 67% concordam que a RA vai provocar disruptura em seu setor nos próximos três anos.
Fontes: Microsoft/ Accenture